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A troca entre MDB e PSD soluciona esta eleição e como fica depois?

Qual a força que a super bancada no parlamento estadual vai ter com o novo governador do Piauí?

15 de fevereiro de 2022, às 09:00 | Douglas Cordeiro

As federações partidárias estão provocando dor de cabeça na classe política em todo o Brasil. Como sempre acontece, os impasses não são sobre plano de governo ou conteúdo programático, mas a disputa por espaços, principalmente nos estados brasileiros.

Quem será o candidato? Quem vai desistir da candidatura? É possível este partido apoiar aquele? Quando foi solicitado aumento de prazo ao Supremo Tribunal Federal, é porque as negociações políticas ainda precisam de tempo para serem finalizadas.

Só que mesmo sem federação, alguns partidos são obrigados a criar alternativas para disputarem a eleição com chances de vitória.

No Piauí, MDB e PSD adotaram espécie de “coligação cruzada”. Os partidos decidiram que os candidatos a deputado federal vão concorrer pelo PSD e a chapa de deputados estaduais será formada no PSD. Na prática, muda, mas não muda. As negociações foram intensas no final de semana que começou sem acordo, mas terminou com tudo pacificado.

Para esta eleição, tudo certo, as bancadas serão fortalecidas, com a expectativa de 3 vagas na Câmara Federal e 10 na Assembleia Legislativa.

Como ficará a atuação dos parlamentares eleitos? Se houver discordância no apoio ao novo presidente da República? Qual a força que a super bancada no parlamento estadual vai ter com o novo governador do Piauí?

A dúvida não é sobre agora e sim, sobre o que pode acontecer depois.

Presidentes do PSD e MDB / FOTO: Portal GP1


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