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W. Dias prioriza pagamento e reforma passa por definição Federal

A ideia deve ser reproduzir no Estado, guardadas as devidas proporções, a mesma engenharia que se propõe o Governo Federal

20 de novembro de 2018, às 09:30 | EDITORIA DE POLÍTICA

Qual o tamanho da reforma administrativa que virá no quarto mandato do Governador Wellington Dias? Neste momento apenas especulações porque a preocupação mesmo é com o cumprimento do calendário de pagamento do funcionalismo, como o 13º salário que já estaria garantido dentro do prazo.

Porém, nos bastidores, quando se fala em reforma administrativa e divisão de cargos, MDB e PROGRESSISTAS seriam priorizados, assim como PR por saírem da eleição com crescimento em suas bancadas. Já o PC do B pode indicar Osmar Júnior como Secretário de Governo, mas já existe reclamação do Partido dos Trabalhadores.

O PSD que tem o deputado Júlio César como um possível interlocutor junto ao Governo Federal, pleiteia a Secretaria de Desenvolvimento Rural para o deputado estadual Georgiano Neto. Porém, a SDR está na cota do PT e o partido não estaria disposto a abrir mão.

O Partido dos Trabalhadores ficaria com as Secretarias de Educação, Administração e Fazenda, uma vez que já tem o Governador e a vice. Apesar disso, o PT analisa com cuidado toda a movimentação para não perder espaços considerados importantes para o fortalecimento do partido.

O certo é que a máquina será enxugada, mas antes de extinguir ou fundir Secretarias e coordenadorias o Governador vai aguardar o que será feito por Jair Bolsonaro nos Ministérios. A ideia deve ser reproduzir no Estado, guardadas as devidas proporções, a mesma engenharia que se propõe o Governo Federal, adequando às forças políticas que contribuíram para a vitória de Wellington Dias nas urnas.

Governador Wellington Dias


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